Mountain of vanity
Todos, ou quase todos levamos a nossa miserável vidinha tranquilamente, mesmo quando sabemos que a humanidade tem uma ampla capacidade de produção de alimentos para todos os seres terrestres, e toleramos displicentemente que o sistema de mercados resulte em milhões de seres humanos a morrer á fome todos os anos. Isto terá origem numa miríade de reflexos cerebrais mal formados que sinalizam tamanha falta de integridade das pessoas, o que poderá determinar a desqualificação da humanidade como “raça superior” e levá-la á mutação para uma espécie de “andróides” estimulados pelo consumo e o hedonismo! È um facto que os reflexos condicionados nos governam boicotando as nossas mentes. O medo da pobreza, da doença ou do insucesso social leva-nos a fazer coisas que se pensássemos bem não faríamos. Integridade significa que a mente lúcida e desperta, deve combater a geometria tridimensional, os reflexos condicionados instalados e os arquétipos ancestrais que nos vão assombrando ao longo da vida. Algumas crenças dadas como provadas e aceites como puras verdades não são mais que uma simples ilusão, por vezes de óptica (como a fotografia não se cansa de demonstrar). Eis algumas dessas crenças; A crença de que as linhas rectas se estendem até ao infinito. Acreditar que varias linhas podem passar pelo mesmo ponto ao mesmo tempo. A crença que os “sólidos” são realmente sólidos. Acreditar num mundo tridimensional independente dos nossos reflexos cerebrais. A crença que existe mais do que uma raça de seres humanos. Acreditar que o dinheiro existe independentemente dos nossos cérebros (dêem um milhão de euros a um macaco ou a um cão e logo vêem) e numa quantidade limitada. A crença que os recursos existem também em quantidades limitadas (para quem e por quem?). Existem mais algumas mas fico-me por aqui. Que resulta então de tudo isto? Bom, tanto a mente com as leis cósmicas que ela transcreve são “não localizadas” nãos especificadas, isto é sem peso, sem massa sem temperatura. Tudo o que se passa na nossa mente é um reflexo que preenche um determinado espaço mas que não tem uma verdadeira conexão com o “real” embora pareça coerente com as forças universais. Os nossos conceitos de “cima” e “baixo”, “quadrados” ou “cubos” não passam disso mesmo, conceitos que não tem correspondência real no universo “lá fora”, exterior á nossa mente. O que tem a fotografia a ver com isto? Tudo, continuem a praticá-la e pode ser que um dia tenham a resposta. OPV
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