“Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los.” (Isaac Asimov)
CAROS (milhões de) leitores, este é um momento volátil, desafiador, para estar vivo. O mundo tornou-se numa paisagem difusa, com pesadelos catastróficos, como piscinas de lava flamejante numa esfera purulenta. Por outras palavras, está a chover merda, e nós nem um miserável guarda-chuva temos. Chove merda do governo nacional, chove merda dos governos internacionais, chove merda dos mercados, chove merda dos bancos, chove merda da polícia, chove merda dos ladrões, chove merda dos pais, chove merda dos filhos, chove merda dos vizinhos, e dos que não conhecemos de lado nenhum, enfim, estamos no meio de uma gloriosa e apocalíptica diarreia. Estes enormes e variados problemas que estamos a enfrentar estão a queimar-nos o inconsciente colectivo. A grande questão é esta, uma vez que estamos conscientes do que está a acontecer, o que fazemos? E mais importante ainda, para aqueles que não querem encarar a verdade, o que é preciso fazer para os acordar?
COMO é que acordamos esta gente e lhes explicamos que a economia implodiu deliberadamente, o banditismo empresarial saqueou o mundo, a (des) informação manipula uma população ignorante, o meio ambiente foi estuprado, a água e o ar foram envenenados, e as drogas legais rebentaram com as pessoas? Como é que lhes explicamos que o enriquecimento brutal de meia dúzia de “predestinados” não é apenas uma questão de ganancia? Se fosse tudo uma questão de dinheiro porque é que os super multimilionários não param por aqui? Esta gente sabe que precisava de mais meia dúzia de vidas para gastar os muitos milhões que possuem, então porque é que continuam a depredar? Por exemplo, no último ano, os infames Rothschilds tiveram um lucro estimado em 500 triliões de dólares. Mesmo assim, continuam a pressionar vários governos e instituições com planos de “intervenção” económicos, como o FMI e o BCE. O que raio se passa com esta gente, e com os multimilionários cá de “casa”? Tem medo de acabar na miséria? De passar fome? Porque a verdade é que, querer ser rico, não é uma questão de ambição, é sim, uma resposta visceral ao medo. Ao medo da pobreza, ao medo da fome, ao medo da insignificância.
POIS então, é preciso acordar, e perceber que os líderes governamentais, e os directores da sociedade, não são os que vemos nas notícias, mas outros que se movimentam nos bastidores, e que tem uma agenda que não nos inclui como principais beneficiários. Não tenho a pretensão de saber tudo o que está a acontecer, mas de uma coisa tenho a certeza, estamos a enfrentar algo muito estranho e assustador. Podem chamar-lhe conspiração, estratégia, plano maquiavélico, o que quiserem. Há uma serie de indícios que apontam nesse sentido, senão vejamos um monte de coisas sérias que estão erradas neste mundo. A “liderança” mundial que está fora de contacto com esse mesmo mundo. Os milhões de pessoas que morrem de fome e envenenadas, enquanto se desperdiçam toneladas de alimentos, e a assistência médica está cada vez mais reservada apenas a quem tem dinheiro. Os grupos extremamente ricos que se recusam a dar qualquer tipo de ajuda, excepto para as suas próprias instituições e grupos, como por exemplo o Vaticano. Em Portugal é a corrupção e a luta pelos pequenos poderes que minam o sistema. Enfim, como dizia no título, é uma gloriosa diarreia que nos conspurca a todos. Se o leitor perceber isto o que é que vai fazer? Comprar um guarda-chuva? Ou vai participar mais através da internet, de fóruns, de blogues, eu sei lá? Seja como for, se se sente incomodado com aquilo que o rodeia, e acha qua é preciso fazer alguma coisa, faça. Sente que a acção o chama? Então responda, seja como for responda. Leia, escreva, divulgue, concorde, discorde, conteste, proteste, mas não se fique. Como dizia a publicidade, pare a diarreia, antes qua a diarreia o pare a si. Boas fotos. OPV














Comentários