Página Inicial Data de criação : 07/12/04 Última actualização : 12/05/21 22:06 / 488 Artigos publicados

Gloriosa diarreia!  (Kartas para o futuro.) Inserido Monday 21 May 2012 21:06

Blogue de kaskais :Psychophoto by Kaskais, Gloriosa diarreia!

“Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los.” (Isaac Asimov)

CAROS (milhões de) leitores, este é um momento volátil, desafiador, para estar vivo. O mundo tornou-se numa paisagem difusa, com pesadelos catastróficos, como piscinas de lava flamejante numa esfera purulenta. Por outras palavras, está a chover merda, e nós nem um miserável guarda-chuva temos. Chove merda do governo nacional, chove merda dos governos internacionais, chove merda dos mercados, chove merda dos bancos, chove merda da polícia, chove merda dos ladrões, chove merda dos pais, chove merda dos filhos, chove merda dos vizinhos, e dos que não conhecemos de lado nenhum, enfim, estamos no meio de uma gloriosa e apocalíptica diarreia. Estes enormes e variados problemas que estamos a enfrentar estão a queimar-nos o inconsciente colectivo. A grande questão é esta, uma vez que estamos conscientes do que está a acontecer, o que fazemos? E mais importante ainda, para aqueles que não querem encarar a verdade, o que é preciso fazer para os acordar?  

COMO é que acordamos esta gente e lhes explicamos que a economia implodiu deliberadamente, o banditismo empresarial saqueou o mundo, a (des) informação manipula uma população ignorante, o meio ambiente foi estuprado, a água e o ar foram envenenados, e as drogas legais rebentaram com as pessoas? Como é que lhes explicamos que o enriquecimento brutal de meia dúzia de “predestinados” não é apenas uma questão de ganancia? Se fosse tudo uma questão de dinheiro porque é que os super multimilionários não param por aqui? Esta gente sabe que precisava de mais meia dúzia de vidas para gastar os muitos milhões que possuem, então porque é que continuam a depredar? Por exemplo, no último ano, os infames Rothschilds tiveram um lucro estimado em 500 triliões de dólares. Mesmo assim, continuam a pressionar vários governos e instituições com planos de “intervenção” económicos, como o FMI e o BCE. O que raio se passa com esta gente, e com os multimilionários cá de “casa”? Tem medo de acabar na miséria? De passar fome? Porque a verdade é que, querer ser rico, não é uma questão de ambição, é sim, uma resposta visceral ao medo. Ao medo da pobreza, ao medo da fome, ao medo da insignificância.   

POIS então, é preciso acordar, e perceber que os líderes governamentais, e os directores da sociedade, não são os que vemos nas notícias, mas outros que se movimentam nos bastidores, e que tem uma agenda que não nos inclui como principais beneficiários. Não tenho a pretensão de saber tudo o que está a acontecer, mas de uma coisa tenho a certeza, estamos a enfrentar algo muito estranho e assustador. Podem chamar-lhe conspiração, estratégia, plano maquiavélico, o que quiserem. Há uma serie de indícios que apontam nesse sentido, senão vejamos um monte de coisas sérias que estão erradas neste mundo. A “liderança” mundial que está fora de contacto com esse mesmo mundo. Os milhões de pessoas que morrem de fome e envenenadas, enquanto se desperdiçam toneladas de alimentos, e a assistência médica está cada vez mais reservada apenas a quem tem dinheiro. Os grupos extremamente ricos que se recusam a dar qualquer tipo de ajuda, excepto para as suas próprias instituições e grupos, como por exemplo o Vaticano. Em Portugal é a corrupção e a luta pelos pequenos poderes que minam o sistema. Enfim, como dizia no título, é uma gloriosa diarreia que nos conspurca a todos.  Se o leitor perceber isto o que é que vai fazer? Comprar um guarda-chuva? Ou vai participar mais através da internet, de fóruns, de blogues, eu sei lá? Seja como for, se se sente incomodado com aquilo que o rodeia, e acha qua é preciso fazer alguma coisa, faça. Sente que a acção o chama? Então responda, seja como for responda. Leia, escreva, divulgue, concorde, discorde, conteste, proteste, mas não se fique. Como dizia a publicidade, pare a diarreia, antes qua a diarreia o pare a si. Boas fotos. OPV 

 

 

 

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Fotografia para variar!  (Sobre Fotografia) Inserido Thursday 17 May 2012 21:28

COMO passo a vida a falar de desgraças e para descomprimir um bocadinho coloco aqui este slide show gerado por um site Italiano bem interessante e acessível a qualquer um. Para isso basta registar-se, colocar fotos no site online, e depois de ter um número razoável de fotos, criar o slide show, copiar o código HTML e colocar no respectivo site ou blogue. Fácil e eficaz. Podem aceder ao site aqui… http://status.fotocommunity.net/http://www.fotocommunity.it/

Boas fotos. OPV

 

 

 

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Fukushima, ou Fuck em cima?  (Web Investigator KK) Inserido Wednesday 09 May 2012 17:30

Blogue de kaskais :Psychophoto by Kaskais, Fukushima, ou Fuck em cima?

“Para uma civilização, não é a técnica que representa o verdadeiro perigo, é a inércia das estruturas.” (Louis Armand)

UMA desgraça nunca vem só, e como não chegava a crise financeira, parece que também vamos levar com uma crise nuclear em cima, e mais uma vez, e para variar, os governos tratam de não informar os seus cidadãos como é o seu dever. Algo de muito grave se está a passar em Fukushima, mas ninguém diz nada, e pelos vistos ninguém sabe de nada. Só que agora existe a Internet, para azar dos políticos e equipas governamentais. E o que anda a circular pela Internet é simplesmente assustador. Aqui vão alguns dados.

O EX-EMBAIXADOR japonês na Suíça, o Sr. Mitsuhei Murata, diz que o mundo inteiro depende do reator nº 4 de Fukushima. Porquê? Porque se o reator nº4 sofre o efeito de um terramoto, mesmo de baixa escala, pode desencadear uma reação em cadeia que pode inclusivamente levar a América do Norte a tornar-se um lugar inabitável por seres humanos durante muitos seculos. Num cenário desses, a radiação que pode atingir a Costa Oeste será 85 vezes superior á radiação libertada por Chernobyl. A verdade seja dita, uns dizem 85 vezes, outros 20 vezes, mas na realidade estamos em território desconhecido e o valor até pode ser maior do que este. Isto deveria ser notícia de primeira página em todos os jornais do mundo, mas não é. Vá-se lá saber porquê. Ou melhor, eu sei porquê e explico-lhe. Os principais meios de comunicação fizeram um apagão total desta notícia, recusando-se se quer a reconhecer a existência de uma ameaça imediata para a civilização humana, por uma simples razão. Os principais meios de comunicação são em grande parte, directa, ou indirectamente, propriedade da General Electric, a empresa que projectou os reactores de Fukushima. Não vale a pena dizer a quem pertence a GE, os maus da fita são sempre os mesmos.

Mas há mais, eis alguns factos sobre Fukushima; o reactor nº4 contem 1.535 barras de combustíveis usadas que permanecem altamente radioativas.

Estas barras têm o potencial de emitir 37 milhões de curies de radiação.

A piscina que contém estas barras está estruturalmente danificada.

Apenas a 50 metros do reactor nº 4, um grupo maior de barras de combustível irradiado contem 6.375 barras as quais permanecem altamente radioativas.

Surpreendentemente algumas destas barras estão expostas ao ar livre. O número total de barras em todos os seis reatores de Fukushima é de 11.421. Este número dá origem a outro ainda mais assustador. São cerca de 336 milhões de curies de radioatividade que podem ser libertados. Mais precisamente de Césio -137. Se esta quantidade de radioatividade for libertada, podemos dizer adeus ao meio ambiente á escala global. Isto é mesmo uma questão de sobrevivência da espécie humana.

O Japão está perigosamente contaminado pela radioactividade numa área muito maior do que se pensava inicialmente. Esta contaminação já atinge os 220 quilómetros a partir da central de Fukushima.

A revista Nature relata que os cientistas japoneses estão tão preocupados com a saúde dos filhos, que iniciaram o seu próprio programa de monotorização da radiação. Os resultados são assustadores. Convém saber que as crianças são muito mais sensíveis que os adultos á radiação. A mesma revista afirma que os governos sabiam disto, mas encobriram os factos por interesses obscuros. E pronto, isto é só uma pequena amostra. Por isso não se preocupe com as dívidas, com a crise, com a depressão, e com tudo o resto, o mais provável é que daqui a uns tempos esteja transformado em Hulk, não, não é o do FCP, é mesmo o verdinho com os calções rasgados. Até lá, boas fotos. OPV

Pode ler os artigos originais aqui;

http://fukushima.greenaction-japan.org/

http://www.naturalnews.com/035789_Fukushima_Cesium-137_Plume-Gate.html

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=25333

 

 

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A verdadeira razão de ser da austeridade!  (Web Investigator KK) Inserido Tuesday 01 May 2012 11:57

A MAIORIA das pessoas em Portugal, e tambem na Europa, parece que ainda não percebeu que está a lidar com autênticos mafiosos que de uma forma pervertida tomaram conta do poder. Mafiosos que passam por respeitáveis economistas, ou políticos, quando na realidade tem uma agenda muito própria que nada tem a ver com o bem estar e desenvolvimento dos restantes cidadãos europeus. Pode ler o artigo completo aqui ...

http://www.legrandsoir.info/la-vraie-finalite-des-mesures-d-austerite-counterpunch.html

Resumo: 

"A zona do euro está mergulhada em uma recessão que poderia ter sido evitada. Se os políticos tivessem concordado em apoiar os países com problemas fiscais do sul da Europa e as suas contas de tesouraria fossem  garantidas (como o governo dos Estados Unidos faz ao Tesouro norte-americano) a sua economia teria continuado a registar um crescimento enquanto as reformas necessárias fossem implementadas. Mas a Troika (FMI, o BCE e a Comissão Europeia) decidiu ajudar apenas se fossem implementadas medidas de austeridade drásticas, o que forçou os líderes a fazer cortes em pessoal, funcionários e orçamentos de serviços e programas sociais. O resultado foi inteiramente previsível a actividade económica bastante medíocre e os países entraram em colapso um após o outro. A recessão tem sido em grande parte o resultado de uma escolha, uma lesão auto-infligida pelos "iluminados" (illuminati?) políticos em Bruxelas e Frankfurt. Qualquer um poderia prever o que iria acontecer porque as políticas de contracção geram a contracção económica. A verdade é que a "Austeridade" é um ataque contra o modelo social europeu que visa desvendar os avanços progressistas do século passado. Existe um consenso quase total no facto de apertar o cinto não melhora, mas sim piora a situação. Reduzir os déficits no coração de uma recessão é a melhor forma de estrangular a economia e criar agitação social. E foi isso que aconteceu. Além de transformar muitas grandes cidades europeias em zonas de fogo, a austeridade está a remodelar a paisagem política e a gerar elementos radicais em ambos os lados, direita e esquerda, que querem quebrar a união de 17 países europeus e restaurar a soberania nacional. No entanto os "políticos" estão-se nas tintas para o incêndio que atearam e querem assegurar que a maior parte da riqueza nacional sobe para o topo da escada social. Para isso eles usam a "crise da dívida" demagógica, enquanto as suas políticas e seus lacaios "técnicos" reduzem as pensões, segurança social e os subsídios para proteger a indústria; corte nos orçamentos do Estado, reduzir empregos estatais, esmagar sindicatos, supressão dos direitos aduaneiros e impostos sobre o capital e privatizar mais e mais bens e serviços. Menos Estado significa menos atividade, menor demanda e mais sofrimento para as populações. Por outras palavras, a austeridade chegou ao resultado pretendido, ela passou a maior parte dos lucros para o tal 1% que suga os restantes 99%." Parabéns Durão Barroso. Boas fotos. OPV  

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O povo é perigoso!  (Web Investigator KK) Inserido Sunday 29 April 2012 19:13

Nesta nova secção do Blogue chamada WIKK, ou seja Web Investigator KK, vou publicar artigos de varias proveniências como já faço na minha pagina do Facebook com o mesmo nome. É uma especie de noticiario online e os artigos não são meus. Na maior parte das vezes limito-me a traduzir o artigo, ou parte dele, outras vezes poderei imitir uma opinião. Seja como for, o que interessa é que são artigos e noticias que considero relevantes e  que devem ser partilhadas. Este primeiro artigo é de Stephan Kaufmann e foi originalmente  editado no Frankfurter Rundschau, e chama a atenção para o perigo que as democracias europeias correm. È realmente muito preocupante. Leia e tire a sua própria conclusão. Na verdade dá que pensar, se é que hoje em dia conseguimos fazer tal coisa. Boas fotos. OPV 


O povo é perigoso!


" O grande medo dos mercados é que as vítimas da crise deixem de aprovar a política dos seus dirigentes. É por isso que, em toda a Europa, os responsáveis políticos tentam restringir o campo dos debates à política económica.
Stephan KaufmannA crise do euro está em standby, os biliões de créditos concedidos pelo Banco Central Europeu acalmaram os ânimos. Mas, nos mercados financeiros, desenha-se uma nova ameaça: a democracia. "As eleições francesas [à segunda volta das presidenciais, em 6 de maio, seguem-se as legislativas, em junho] e gregas [em 6 de maio], tal como o referendo na Irlanda [em 31 de maio] causam preocupações entre os investidores, as empresas e os consumidores", explica Elga Bartsch, do banco de investimento norte-americano Morgan Stanley.
Os países europeus exigem pesados sacrifícios às suas populações. Para incentivar a confiança dos mercados financeiros na sua solvência, suprimem centenas de milhares de empregos na função pública, aumentam os impostos, cortam drasticamente na despesa pública, diminuem as pensões de reforma.
E, para relançarem a competitividade a nível internacional, revêem os salários em baixa, reduzem a proteção contra os despedimentos, enfraquecem os sindicatos. Ao mesmo tempo, o número dos que vão ficando sem emprego aumenta a olhos vistos. Em países como a Grécia e a Espanha, metade dos jovens em idade laboral estão hoje no desemprego.
"No momento actual", diz Patrick Artus, economista do banco francês Natixis, "o maior risco para a Europa não é tanto o aumento das taxas sobre os empréstimos obrigacionistas, mas sim uma crise política e social, numa situação de aumento espectacular do desemprego”.
Neutralizar o livre arbítrio dos eleitoresSegundo as regras do jogo democrático, as vítimas da crise podem, a intervalos regulares, manifestar pela via das urnas a sua opinião sobre as medidas postas em prática – e rejeitá-las, se assim o desejarem. Essa possibilidade gera insegurança nos mercados. É por isso que, nos últimos meses, a classe política fez tudo para neutralizar o livre arbítrio dos eleitores. Assim, na Grécia, a ideia de um referendo sobre as medidas de austeridade foi posta de lado em novembro – os dirigentes políticos alemães e franceses ameaçaram abertamente excluir a Grécia da zona euro, se os gregos votassem a favor do abandono dessas medidas.
Na Grécia e em Itália, a crise originou a queda de chefes de governo eleitos, que foram substituídos por "tecnocratas" não eleitos e, portanto, não dependentes da vontade dos eleitores.
"Em períodos de crise, a política assemelha-se a um golpe de Estado permanente", denuncia o professor de literatura Joseph Vogel. Com cada vez maior frequência, são negociações informais entre banqueiros, responsáveis políticos e representantes dos bancos centrais, que orientam a política. O poder de decisão encontra-se hoje nas mãos dos "sovietes do mundo das finanças", lamenta Vogel.
É certo que, apesar disso, o povo é chamado a votar. Por exemplo, na Irlanda. Em fins de maio, os habitantes da ilha irão dizer sim ou não à adesão ao pacto orçamental. Mas, nem por isso, a margem de manobra dos irlandeses deixa de ser estreita: o país depende das ajudas do fundo de resgate europeu – que só serão concedidas, se a Irlanda aderir ao pacto orçamental.
No começo de maio, os gregos vão eleger um novo parlamento. Para colocar o programa de austeridade ao abrigo do livre arbítrio dos eleitores, os vencedores previsíveis do escrutínio – o PASOK [socialista] e o Partido da Nova Democracia [direita] já foram forçados a comprometer-se a dar seguimento à política de reformas. Resta o problema da ascensão dos pequenos partidos de oposição, que deixa inseguros os investidores, aos quais as dissensões políticas assustam.
Liberdade dos mercados vs liberdade da democraciaPor último, temos as presidenciais francesas. O socialista François Hollande está à frente do Presidente em exercício, Nicolas Sarkozy. Hollande quer tributar mais fortemente os ricos, pôr fim à política de austeridade e renegociar o pacto orçamental. Reacção dos mercados: em abril, as taxas de juro a pagar pela França voltaram a registar novo agravamento, quando Paris emitiu títulos de dívida.
Pelo seu lado, Nicolas Sarkozy empurra os franceses pela via da reforma. O que, naturalmente, implica sacrifícios para a população. Mas, sem reformas, a França corre o risco de ter o mesmo "destino da Grécia ou da Espanha", adverte Sarkozy. Simplesmente, não há outra opção. Resumindo: os franceses podem ir votar. Mas não têm escolha.
"Dizer às pessoas que não têm por onde escolher equivale a proibi-las de se exprimirem e de pensarem", denuncia Ulrich Thielemann, especialista alemão em ética na economia. "Se deixar de haver alternativas possíveis, é o fim da democracia." Claro que, tecnicamente, continuaremos a ir votar. "Mas as pessoas deixam de ter o direito de escolher, não têm outra opção que não seja dizer ámen a uma política irrevogável. A partir daí, a democracia passa a servir apenas para a confirmar."
Presentemente, o eleitorado foi despojado do seu poder pelos mercados, que concedem ou recusam os créditos necessários. "É o fim da soberania", garante Ulrich Thielemann, que considera que a política se submete à lei dos mercados, como se isso fosse um fenómeno natural. "Teria, muito simplesmente, podido obter através dos impostos os capitais que hoje mendiga."
Para Ulrich Thielemann, a liberdade dos mercados opõe-se à liberdade da democracia. "Quando passa a ter por único objectivo alimentar a competitividade, o Estado proíbe-nos de fazer esta pergunta fundamental em democracia: como queremos viver?


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